Sorriso: Advogada denuncia ameaças por videochamada e diz que cachorro foi morto e deixado pendurado no portão

Redação Boa Notícias

Uma advogada, de 56 anos, procurou a Polícia Civil após relatar que passou a receber diversas mensagens e ameaças por telefone. Segundo o a advogada, além das intimidações feitas durante uma videochamada, a mulher afirmou que seu cachorro foi morto e deixado pendurado no portão de sua residência, em Sorriso.

De acordo com o relato prestado à polícia, as ameaças teriam começado no dia 30 de julho. A vítima contou que recebeu várias mensagens de uma pessoa insistindo para que ela atendesse uma chamada de vídeo.

Ao atender, o homem teria afirmado que ela estaria “falando com o crime” e passou a fazer ameaças.

“Agora quem vai botar a mão na senhora sou eu. Pode gravar o que eu estou falando”, teria dito o suspeito durante a ligação, segundo a advogada.

Ainda conforme o relato, durante a videochamada o homem mostrou o próprio rosto e, em determinado momento, teria exibido uma arma, atitude que, na avaliação da vítima, teria o objetivo de intimidá-la.

Durante a conversa, o suspeito também teria mencionado o nome de outro homem, afirmando que ele faria parte de um suposto “conselho” de uma organização criminosa. A informação consta exclusivamente do relato apresentado pela vítima à polícia e não representa confirmação de eventual participação de Aldemar em atividade criminosa.

A advogada afirmou que confrontou o autor das ameaças durante a ligação e, posteriormente, bloqueou o número para impedir novas mensagens e chamadas.

 

 

Cachorro morto no portão

O caso ganhou um novo capítulo no domingo (9). Segundo a comunicante, pessoas teriam ido até sua residência enquanto não havia ninguém no imóvel.

Ao retornar, ela afirmou ter encontrado seu cachorro, da raça pitbull, morto e pendurado no portão da casa.

Para a advogada, a morte do animal teria sido utilizada como forma de ameaça e intimidação após os episódios ocorridos por telefone.

Ainda conforme o boletim, depois da morte do cachorro, o número utilizado para realizar as ameaças teria sido desativado.

A mulher afirmou à polícia suspeitar que os episódios estejam relacionados a uma perseguição contra ela. As circunstâncias das ameaças, a autoria da morte do animal e a eventual relação entre os dois episódios deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

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