Uma mulher de 36 anos e a filha dela, de 18 anos, que está grávida, denunciaram ameaças de morte, em Nova Ubiratã após o suspeito queé é ex-companheiro da mãe não aceitar o término do relacionamento e fugir pulando muros quando a Polícia Militar chegou.
Conforme informações da PM, a jovem acionou a equipe pelo telefone funcional e pediu ajuda urgente. Ela relatou que o ex-companheiro de sua mãe estava ameaçando as duas de morte e tentando entrar à força na residência, na região central da cidade.
Ao chegar ao endereço, os policiais visualizaram o suspeito. Assim que percebeu a aproximação da equipe, ele pulou o muro da residência e seguiu por imóveis vizinhos. Os militares realizaram acompanhamento, mas não conseguiram localizá-lo.
Em conversa com a polícia, a mulher de 36 anos contou que manteve um relacionamento com o homem durante alguns meses e decidiu encerrá-lo recentemente. Desde então, segundo ela, ele passou a apresentar comportamento ameaçador, intimidador e hostil.
A vítima relatou que o suspeito afirmou que acionaria integrantes da facção criminosa Comando Vermelho para lhe dar um “salve”. A declaração foi apresentada como parte das ameaças; não há confirmação de vínculo dele com a organização criminosa.
Ainda conforme o relato da mulher, o ex teria conseguido abrir a porta da casa utilizando um canivete. Durante as intimidações, teria dito que ela ficaria com ele “de qualquer jeito”, que não se relacionaria com mais ninguém e que não deixaria mãe e filha em paz.
A jovem gestante informou aos policiais que estava passando muito mal em razão do abalo emocional provocado pela situação. Não há informação no documento sobre atendimento médico.
Diante do risco relatado, a equipe ofereceu às duas encaminhamento para um local seguro, por meio da assistência social disponibilizada pelo município. Elas preferiram permanecer na residência e disseram que voltariam a chamar a polícia caso o suspeito retornasse.
As vítimas receberam orientações sobre seus direitos e a possibilidade de solicitar medidas protetivas de urgência. A mulher de 36 anos manifestou a intenção de procurar a Delegacia de Polícia no dia seguinte para formalizar o pedido.
